
Sou Tom Veras, professor de música há mais de 30 anos e dou aulas de guitarra, violão, teclado e baixo, e ao longo dessa trajetória ficou claro para mim que cada pessoa se relaciona com a música de um jeito único, de acordo com sua personalidade, momento de vida e necessidades emocionais, cognitivas e culturais. Ainda assim, observando centenas de alunos ao longo do tempo, é possível identificar alguns perfis recorrentes, sem rótulos rígidos e sem fronteiras fixas: quem busca a música como hobby e válvula de escape; quem quer se tornar profissional e viver do palco; quem sonha em tocar em banda; o artista/compositor que cria pela intuição e quer ampliar ferramentas; os pais que colocam crianças buscando formação cultural complementar; os idosos, que encontram na música prazer, estímulo e resgate; e aqueles que procuram a música como atividade terapêutica, em momentos de estresse, burnout ou dificuldade de concentração. Esses perfis não são caixas fechadas — uma mesma pessoa pode transitar entre vários ao longo da vida — e justamente por isso a música se mostra uma atividade profundamente humana, capaz de atender necessidades muito diferentes em pessoas diferentes.
Leia mais: Professor de música há 30 anos: os principais perfis de alunos de música que encontrei
Por que algumas músicas nos causam rejeição imediata, mesmo sem nunca termos ouvido com atenção? Este artigo analisa o preconceito musical a partir da psicologia, do pertencimento social e da indústria cultural, mostrando por que escutar é diferente de consumir — e por que isso muda tudo para quem estuda música.
Leia mais: Análise Transacional: como aprendemos a gostar de algumas músicas e de outras não
Por que algumas músicas se fixam profundamente na nossa memória e outras desaparecem? Neste artigo, exploramos como afeto, repetição, emoção, sentidos e experiências de vida fazem certas canções virarem trilhas pessoais que nos acompanham por décadas.
Leia mais: A música que fica: psicologia, afeto e os sons que marcam a vida
Por que entender não é o mesmo que conseguir tocar? Por que errar faz parte do aprendizado musical? E por que decorar músicas não significa, necessariamente, aprender música? Este artigo discute como adultos aprendem de verdade, o papel da escuta, do erro e do processo por trás de quem aprende a aprender.
A partitura é central na música erudita, mas nem sempre faz sentido como ponto de partida na música popular. Historicamente, a música popular se desenvolveu pela escuta e pela prática, e com a gravação sonora o som passou a ser seu principal registro. Ainda assim, muitos modelos de ensino insistem na leitura rigorosa, afastando o aluno da música real. A partir da prática no ensino de música popular, este texto propõe uma leitura crítica sobre o papel da partitura e defende a escuta como eixo do aprendizado.
Cantar é uma prática humana anterior a qualquer método técnico, nossas aulas de canto são baseadas na prática de canto e na escuta, resgatando a maneira como a música popular sempre se desenvolveu. A partir da história do blues e de grandes cantores brasileiros e internacionais, refletimos sobre os limites do ensino excessivamente técnico e propomos uma abordagem mais natural, expressiva e acessível, especialmente nas aulas de canto para adultos, onde a música acontece desde o primeiro contato.
Leia mais: Prática de Canto: Uma Abordagem Natural para Aulas de Canto
Aulas de música com alto nível de personalização no Itaim Bibi, conduzidas diretamente por Tom Veras, músico, e Fernanda Veras, musicista e bacharel em psicologia, com acompanhamento próximo e contínuo de cada aluno. O ensino é adaptado ao ritmo, aos objetivos e ao momento de vida de crianças, adolescentes e adultos, valorizando a música como prática, linguagem cultural e experiência humana, em um ambiente que favorece escuta e desenvolvimento consistente ao longo do tempo.
Leia mais: Escola de Música no Itaim Bibi: uma abordagem personalizada
Aprender música pode ser entendido como a montagem de um quebra-cabeça autoral, em que cada música é uma paisagem formada pela reorganização de peças que já existem em outras canções. Acordes, frases melódicas, padrões rítmicos e gestos não vivem na partitura ou na cifra, mas precisam estar desenhados dentro do músico, consolidados pela repetição, pela memória sonora e pela memória motora. Ao estudar música em pedaços, o cérebro fortalece essas peças internas, amplia seu repertório e passa a reconhecer padrões com mais facilidade, tornando o aprendizado cumulativo e orgânico.
Leia mais: Aprender música como um quebra-cabeça: peças, paisagens e memória
As aulas de teclado para iniciantes são uma das formas mais acessíveis, eficientes e motivadoras de começar a aprender música. O teclado permite tocar desde a primeira aula, facilita a compreensão das notas, estimula a leitura musical e desenvolve concentração, coordenação e percepção sonora de forma gradual e prazerosa. Por reunir melodia e harmonia desde o início e se adaptar facilmente à rotina moderna, o teclado se destaca como um instrumento ideal para quem nunca estudou música e busca aprender do zero com segurança, clareza e resultado real.
As aulas de teclado para crianças são uma forma completa de iniciar seu filho na música de maneira acessível e divertida, promovendo não apenas aprendizado musical, mas também o desenvolvimento cognitivo, coordenação motora, foco, atenção, expressão emocional e sociabilização. Estudos mostram que a música estimula a memória, raciocínio e disciplina, ajudando as crianças a desenvolver habilidades que se refletem na escola, na linguagem e no comportamento social desde os primeiros anos de estudo.
Leia mais: Aulas de teclado para crianças: benefícios cognitivos, emocionais e coordenação motora
As aulas de violão para crianças oferecem muito mais do que aprendizado musical: elas contribuem para o desenvolvimento cognitivo, motor, emocional e social, além de estimular concentração, disciplina e autoestima.
Leia mais: Aulas de violão para crianças: benefícios cognitivos e emocionais
As aulas de violão para iniciantes oferecem muito mais do que aprender acordes: elas estimulam o cérebro, melhoram a memória, aumentam a coordenação motora, reduzem o estresse e promovem bem-estar emocional, além de desenvolver disciplina, foco e autoestima em pessoas de todas as idades. Neste artigo, Tom Veras e Fernanda Veras, da Veras Música, exploram os benefícios cognitivos, psicológicos, pedagógicos e neurológicos de aprender violão, mostrando por que tocar música é uma atividade transformadora para a vida.
Leia mais: Aulas de violão para iniciantes: autoestima, cérebro e bem-estar
Escolher entre violão de nylon ou violão de aço é uma das primeiras dúvidas de quem procura aulas de violão ou pensa em aprender por conta própria. A decisão envolve gosto musical, conforto, tipo de som, postura, orçamento e, principalmente, orientação adequada nos primeiros passos.
Leia mais: Aulas de violão: como escolher entre violão com cordas de nylon ou aço
Aprender música não é apenas adquirir uma habilidade técnica. Ao longo do processo, algo mais profundo acontece: a forma como a pessoa se escuta, se percebe e se coloca no mundo começa a mudar. A prática musical exige presença, continuidade, tolerância ao erro e convivência com o próprio tempo — elementos diretamente ligados à construção da autoestima. Não como fórmula ou promessa rápida, mas como experiência real, vivida semana após semana, nota após nota.
Quem busca aulas de guitarra para iniciantes quase sempre esbarra em uma dúvida clássica: é melhor começar direto na guitarra ou iniciar pelo violão? Esse questionamento é comum entre adultos e ainda mais frequente entre pais que querem fazer um primeiro investimento mais consciente. Por que o violão continua sendo um excelente ponto de partida e por que, para quem pretende migrar para a guitarra, o violão de aço costuma ser a escolha mais adequada desde o início.
Leia mais: Aulas de guitarra para iniciantes: vale a pena começar pelo violão de aço?
As aulas de teclado são uma das formas mais eficientes e acessíveis de iniciar os estudos musicais, seja para crianças, jovens, adultos ou idosos. O teclado permite tocar desde as primeiras aulas, facilita a compreensão das notas, estimula a leitura musical e desenvolve foco, concentração e coordenação de maneira prática e prazerosa. Por reunir melodia e harmonia desde o início, oferecer resposta sonora imediata e se adaptar facilmente à rotina moderna, o teclado se destaca como um instrumento ideal para quem busca aprender música como hobby, desenvolver o cérebro e construir uma base musical sólida que pode ser levada para qualquer outro instrumento ao longo da vida.
Com o avanço da idade, cresce a busca por atividades que estimulem o cérebro, promovam bem-estar e ajudem a preservar a autonomia mental. Nesse contexto, as aulas de teclado têm se destacado como uma prática completa para idosos, unindo estímulo cognitivo, coordenação motora, atenção e prazer musical. Aprender teclado ativa diferentes áreas do cérebro ao mesmo tempo, favorece a concentração e a memória e pode contribuir para a construção da chamada reserva cognitiva, frequentemente associada à prevenção do declínio cognitivo e ao enfrentamento de condições como o Alzheimer. Mais do que um hobby, o estudo do teclado pode se tornar uma atividade regular de cuidado com a mente, acessível, motivadora e significativa ao longo do envelhecimento.
O TDAH afeta crianças, adolescentes, adultos e idosos, trazendo desafios de atenção, foco e organização mental. Nesse contexto, as aulas de teclado se destacam como uma atividade estruturada e prazerosa, que combina estímulo cognitivo, resposta imediata e organização visual. Aprender teclado pode ajudar no desenvolvimento da concentração e do engajamento, funcionando como um hobby acessível e consistente para quem convive com os desafios do TDAH em diferentes fases da vida.
Leia mais: Como aulas de teclado podem ajudar pessoas com TDAH em diferentes fases da vida
O Burnout, também conhecido como esgotamento profissional, tem levado cada vez mais pessoas a procurar hobbies para aliviar estresse, recuperar o foco e reorganizar a vida emocional fora do trabalho. Entre essas práticas, aprender música — especialmente por meio das aulas de teclado — surge como uma alternativa acessível, estruturada e eficaz para quem busca reduzir ansiedade, melhorar a concentração e reencontrar prazer em atividades cotidianas. Ao combinar estímulo cognitivo, presença no tempo, criatividade e resposta imediata, o estudo do teclado pode atuar como um hobby terapêutico complementar no enfrentamento do Burnout, ajudando a reconstruir rotina, motivação e equilíbrio mental de forma gradual e consistente.
Leia mais: Como aulas de teclado podem ajudar a prevenir e ajudar no tratamento do Burnout

A música popular que circula no rádio, nas playlists e no imaginário coletivo não é fruto do acaso. Ela é organizada a partir de elementos bem definidos — como riff, partes melódicas, refrão, ponte, solo, arranjo e dinâmica — que trabalham juntos para conduzir a escuta, criar expectativa, gerar impacto emocional e fixar a canção na memória. Ao observar esses elementos de perto, fica mais fácil entender como as músicas são estruturadas, por que certos trechos se tornam inesquecíveis e de que maneira a linguagem da canção popular foi sendo moldada ao longo do tempo dentro da lógica da indústria cultural.
Leia mais: Como uma música popular é construída: elementos que fazem parte de uma canção
Página 1 de 2
"O Tom e a Fernanda são dois profissionais incríveis e inspiradores! As aulas práticas são descontraídas e abordam de forma leve os fundamentos teóricos. Me sinto motivado a evoluir cada vez mais!"
"O Antônio, professor que ministra aulas de baixo para meu filho, é super acessível, atencioso e interessado no aprendizado dos alunos, não apenas para saberem tocar um instrumento, mas também para sensibilizar essa habilidade como enriquecimento educacional e cultural, contribuindo para o desenvolvimento do indivíduo."
"Já conheço o Antonio há longa data!! Incrível reviver a música com um professor tão nota 10!! Local gostoso, ambiente musical, e acima de tudo paixão pelo que faz!!"
"Local incrível! Uma escola que acolhe o aluno de forma gentil e empática. Tom é um professor muito qualificado. Mas para além disso é alguém sensível que tem ajudado muito meu filho não só em seu processo de aquisição dessa nova linguagem que é a música, mas também em seu desenvolvimento como pessoa. Gratidão!"
"O lugar é super acolhedor. O Tom é um super profissional e principalmente um cara muito gente fina. Ser humano mesmo. Curte a música e quer compartilhar o conhecimento com as pessoas. Metodologia mais individualizada de ensino e aprendizagem orgânica. Sem perfumaria ou gourmetização. Super recomendo!"
Aulas de violão, guitarra, piano, teclado, baixo e bateria no Itaim Bibi, São Paulo. Aulas presenciais em nosso home studio, com possibilidade de atendimento em domicílio nos bairros próximos. Atendimento para crianças, adolescentes, adultos e idosos. Metodologia própria baseada na prática musical, repertório variado e estímulo à criatividade. Oferecemos aulas individuais, aulas em grupo, formação de bandas, vivências de palco e preparação para eventos. Nosso espaço é equipado e acolhedor, pronto para receber alunos de todos os perfis. Se você procura professor de violão, professor de guitarra, professor de teclado, professor de baixo ou professor de bateria no Itaim Bibi, venha conhecer nosso trabalho. Também auxiliamos alunos em seu desenvolvimento musical para fins recreativos, educacionais, artísticos e terapêuticos. Faça uma aula experimental!